Crítica – Avatar (2009)

Muito já se falou sobre o novo filme de James Cameron e devo admitir que depois que a crítica internacional começou a falar bem da “experiência do filme” eu me empolguei e fui inclusive ver em 3D, já que isso nunca me atrai (até porque eu sou mão de vaca, e o 3D é sempre mais caro e nunca entra nas promoções de segunda-feira). Acho que a maioria das críticas que li falaram coisas coerentes, até mesmo o Rodrigo Fonseca (rs) que comparou o filme a Dança com Lobos. E tem um quê mesmo, embora futurístico, e possui uma grande vantagem: não tem o Kevin Costner envolvido no filme. Esse é um dos atores que pra mim empobrece o filme. Outros exemplos são Tom Cruise, Catherine Zeta Jones, Mel Gibson, Meg Ryan, entre outros. Eu poderia pensar num top 5 a respeito de tanta gente que faz mal a um bom filme, mas vamos ao que interessa: o que eu realmente achei de Avatar?

Achei um filme com efeitos realmente incríveis (isso é incontestável) e muito divertido, como um filme de aventura. Sem contar que tem toda aquela mensagem  que o povo da de Copenhague não pegou: vamos preservar nossa mãe natureza! Olha que lindo. Não tem como não se comover, rs. Mas sério, o filme é bem divertido, e empolgante, e olha que eu não sou muito desse tipo de coisa, mas Avatar realmente me conquistou. Foi feito com tanto cuidado, tantos detalhes, que não tem como não admirar quando alguém cria um novo mundo, e por isso a comparação com Star Wars é grande. E sendo sincera, nenhum dos filmes da nova saga de SW chega perto de Avatar, e olha que eu sou fã da série.

Quanto a duração do filme, eu acho que passa tranquilo sem que se perceba muito. Poderia ser menor? Até poderia, mas cerca de 10min, no máximo, senão tiraria a graça da coisa, e a naturalidade como as mudanças acontecem. Porque mal ou bem essas coisas precisam de tempo, precisam ser explicadas ou pelo menos entendidas. Esse pra mim foi um dos problemas da Princesa e o Sapo, eu não acreditei no amor deles, na mudança do príncipe fulano. Já em Avatar você entende porque Jake Sully (o semi-desconhecido Sam Worthington) se apaixona pelos hábitos do povo Na’vi.

Recomendo a todos! Agora pretendo ver 2D pra entender se o 3D é tudo isso mesmo. Acho que eu não tenho muitos pontos de comparação porque imaginava que ia ficar tudo voando na minha cara. Mas acho que melhor assim, sem enjoos por minha parte.

Nota: 8,5

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