Crítica – Zumbilândia

Acho que além de vampiros, outra “franquia” que voltou com força total foi a de zumbis. Eu particularmente estou mais feliz com essa segunda leva que nos rendeu bons filmes como a refilmagem de Madrugada dos mortos (Dawn of the dead, 2004), a comédia britânica Todo mundo quase morto (Shaun of the dead, 2004) e o assustador Extermínio (28 Days Later, 2002). Isso porque eu certamente estou esquecendo de algumas outras pérolas dos mortos-vivos. Esse ano tivemos dois filmes muito parecidos com a essa temática: Zumbilândia e Vírus. Mas como eu só vi o primeiro, é dele que vou falar nesse post.

O filme estreiou nos EUA ano passado e demorou toda vida pra chegar nas nossas terras tupiniquins. Eu vou assumir que fiquei muito, mas muito tentada a baixar o filme e me divertir em casa mesmo, já que tinha pra “alugar” com qualidade de divX, mas eu sentia que vinha por ai algo muito bom, e a crítica internacional confirmava isso com muitos tomatinhos intactos pro filme (referência ao Rotten Tomatos. Vou colocar ele nos links ali embaixo pro povo mais “away” ficar por dentro). Valeu muito a pena. Acho que Zumbilândia foi o filme mais hilário que eu vi esse ano, e talvez no ano passado também (mas O Fantástico Sr Raposo chega junto)! É muito o *meu* tipo de humor, que é 100% compatível com o outro Wicked Twin do blog, então não deu outra: nós dois rimos o filme inteiro.

Pra começar que o filme tem noção de todos os clichés que estão presentes em filmes do gênero e por isso não tem vergonha de combatê-los com seu humor nonsense. A lista de regras para conseguir sobreviver em Zumbieland nada mais é do que evitar as mortes mais básicas desse gênero cinematográfico. Sem contar que a dupla de protagonistas, vivida por Jesse Eisenberg (Columbus) e Woody Harrelson (Tallahassee), tem a química de Romeu e Julieta basicamente, uma coisa meio Jerry Maguire “You complete me”, que certamente é um dos pontos mais fortes do filme.

Emma Stone como Whichita (os dois Twins gamaram, rs)

Os dois se juntam as personagens de Emma Stone (que o Fil ficou gamadão, querendo acrescentar na lista dele de “Por você virava hétero”) e Abigail Breslin (Little Miss Sunshine) que fazem as irmãs Wichita e Little Rock. Todos rumam junto ao Sudoeste americano, onde acreditam estar livre de zumbis. Mas o mais legal do filme é aproveitar os pequenos detalhes, que acaba virando regra dentro do próprio filme: as citações (desde Babe o porquinho atrapalhado até Caça-Fantasmas), B.M. (que não é Bob Marley, rs), o humor bobo, o humor nonsense, o humor físico, tudo! O filme realmente acerta em cheio nas piadas e referências sem ficar tosco.

Eu lembro de ter ido assistir ao filme com dois amigos muito diferentes, um deles que basicamente só curte filmes com lutas e explosões e diz que Blade II é o melhor filme já feito, e a outra minha amiga mais patricinha, barbie tradicional ever. No começo os dois fizeram várias caras nojinho com as cenas “grooooss” do filme, mas em questão de minutos estavam rindo de dobrar na cadeira. Realmente agrada a gregos e troianos e recomendo como diversão certa, e abdominais de risada.

Minha nota? 9,0.

4 respostas a Crítica – Zumbilândia

  1. Julie diz:

    Desde que li a crítica desse filme em algum lugar, fiquei com vontade de ver!

    beijos

  2. Julie diz:

    Nem acredito! Consegui comentar!🙂

  3. ftostes diz:

    Thats will do pig, that will do.

    Assino embaixo de tudo dito na crítica.

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