Crítica – Dente Canino (Kynodontas, 2009)

Julho 6, 2010

Vencedor do prêmio “Un certain regard” (Um certo olhar) no Festival de Cannes de 2009, o filme grego Dente Canino passou pelo Brasil através da Mostra de São Paulo. Como eu não pude me dar ao luxo de viajar e comparecer a Mostra, o filme passou batido pela minha pessoa até que eu me deparei com a lista “Os melhores filmes de 2010… até agora” do blog The Playlist (para ler a matéria na íntegra, clique aqui). Dessa mesma lista comecei a fuxicar datas de lançamentos, quais filmes iam chegar por aqui nos cinemas, quais tinham chances de Festival do Rio, e quais já estavam ao meu alcance no clique de um mouse. A resposta pra última opção era basicamente uma: Dente Canino. Resolvi assistir ao trailer no Youtube pra me decidir e logo pensei “Esse filme promete ser uma experiência de outro mundo!”. Eu estava certa.

O filme conta a história de um casal super-protetor que decide ocultar os filhos do mundo como conhecemos ao isolá-los numa casa de campo, onde ensinam a essas “crianças” (os três já tem quase seus 30 anos) que eles não devem sair do terreno da casa até que os dentes caninos cresçam e caiam outra vez. Uma coisa de louco! Não existe televisão, telefone, nem mesmo definições para palavras como zumbis ou cunt (essa eu fiquei sem graça de traduzir, mas quer dizer XXT, rs). O único contato com o mundo lá fora se faz através da personagem Christina, segurança da empresa do pai que é paga para ir de vez em quando na casa no meio do nada e satisfazer os desejos sexuais do filho do casal. Já disse que é coisa de louco? Você não faz noção, wicked leitor, o que quer que você consiga imaginar, é ainda mais doente. E por isso o filme funciona tão bem. Parte do filme você fica com o queixo no chão, rindo das situações que se criam num mundo tão nonsense, e outra você tenta tapar os olhos com a crueldade imposta sobre essas pessoas.

Não quero ilustrar com situações porque eu odeio quando a Isabela Boscov da VEJA faz isso. Sinto que tira parte do prazer/choque/surpresa que o espectador só experimenta por completo quando assisti o filme “no escuro”. Então tudo que posso fazer é deixar o trailer aqui para a avaliação de cada um e dar minhas sinceras recomendações pra que corram atrás e assistam o filme. Mesmo que não faça seu “gênero”, o filme ainda proporciona muito material para discussão e reflexão.

obs: Não recomendado pra menores de 18 anos. Sério isso… Se você é um menor perv que frequenta esse blog, considere-se avisado. Você pode não dormir… ou acordar as 5 da manhã ainda pensando em certas cenas do filme (foi o que aconteceu comigo, e olha que já estou nos meus 69…rs)

obs2: Pra quem for correr atrás do filme, vale saber que o nome dele internacional ficou como Dogtooth. Boa sorte! rs

Nota: 9,0.

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Crítica – The Twilight Saga: Eclipse (2010)

Julho 2, 2010

(Crítica que nosso wicked twin preparou para o site Cineplaers – por isso ele foi tão bonzinho)

A saga dos críticos para assistir aos filmes da franquia Crepúsculo continua com um filme ligeiramente superior aos anteriores, o que é o mesmo que nada. Desta vez, o cargo de diretor coube a David Slade, cujos filmes mais famosos aqui no Brasil foram Menina má.com e 30 dias de noite. Ironicamente, Slade já declarou publicamente que não gosta da série, e que nunca se aproximaria dos filmes. Mas talvez esse “desapego” ao material original tenha sido bom, quanto menos diálogos de Stephenie Meyer no roteiro, melhor o filme fica.

É claro que ainda não é o suficiente pra tornar o filme bom. As atuações canhestras persistem, se tornando realmente difícil destacar alguém pelo estoicismo. Kristen Stewart já havia provado ter algum talento em filmes como O Silêncio de Melinda ou Na Natureza Selvagem, mas aqui parece ter esquecido tudo que aprendeu (pra ser justo, ela já tinha esquecido quando fez Jumper, muito antes de começar a lidar com vampiros). Sua personagem, Bella Swan, demostrava ser chata e sem personalidade antes, quando passou Lua Nova tentando se suicidar por não ter seu amor correspondido. Agora, que está com Edward ao seu lado, ela percebe que tem sentimentos por Jacob, e continua com o seu dom de colocar as pessoas em situações ridículas, como na cena em que o triângulo amoroso tem que dividir uma barraca.

Mas se Bella não é particularmente interessante, ela possui pretendentes a altura. Edward, que até então possuía o único defeito de ser um vampiro e não querer estragar a vida da amada, parece regredir séculos e ignorar a época em que vive. Chega ao ponto de proibir Bella de visitar Jacob, nem que pra isso tenha que quebrar seu carro. E em uma determinada cena, que é provavelmente o ponto mais baixo que a saga chegou até o momento (e isso é algo de peso), Edward prega os valores do sexo apenas após ao casamento. Risco de vida, violência, guerras são travadas em nome desse amor, mas sexo antes do casamento… inconcebível!

Taylor Lautner… temo dizer que é o ponto forte do triângulo. Em todos os sentidos. E pra quem duvida, ele fica sem camisa durante boa parte do filme pra comprovar. Não que sua atuação seja brilhante, mas ele possui o personagem menos enfadonho dos três, o que novamente não quer dizer muita coisa. Triste mesmo é constatar que Bryce Dallas Howard, que havia começado tão bem sua carreira com A Vila, e até mesmo Manderlay, agora se dedica a pequenas participações em Homem Aranha 3 e em filmes como este Eclipse. O mesmo pode se dizer de Dakota Fanning, que da menina-prodígio de Uma Lição de Amor pouco restou. Sua participação é tão pequena que ela deve ter perdido mais tempo na sessão de fotos do poster do que nos sets de filmagem.

E o que faz de Eclipse melhor do que o início da saga? Eles utilizam menos os efeitos toscos, o que é sempre uma vantagem. Tomei a liberdade ainda de ignorar a dificuldade que foi matar apenas um vampiro em cada um dos outros filmes, enquanto aqui vemos um exército do tipo “mais feroz que existe” com uma fragilidade de bonequinhos de papel brincando na água. Depois de três filmes, a lição que fica é que não se pode levar um filme desses a sério.

Nota – 3,0


Crítica literária – Os homens que não amavam as mulheres

Junho 1, 2010

Como prometido, aqui está a crítica pra minha última leitura: o primeiro livro da trilogia Millenium, Os homens que não amavam as mulheres, do falecido Stieg Larsson. Eu estava mesmo precisando de um bom mistério, de uma dessas tramas mirabolantes, que passadas algumas páginas, você não consegue descansar o livro imaginando qual vai ser o desenrolar da história e quem está por trás de todo o mistério. Esse livro é um ótimo exemplo dessa categoria de suspenses, e seus personagens são extremamente cativantes num livro muito bem escrito (embora a tradução tenha momentos pavorosos como: “(Ela) Ficou tiririca, mas foi embora“. TIRIRICA? Fuck that!).

Devo admitir que só fiquei realmente curiosa pra ler o livro depois de assistir ao trailer americano do filme sueco. Antes eu torcia o nariz pra “Trilogia Millennium” por dois motivos: já to de saco cheio de “trilogias” e as capas me lembravam uma coisa meio “vampiresca”, e taí um gênero que já tá über saturado (mas garanto que vou ler “Deixa ela entrar” assim que conseguir colocar minhas mãos em uma cópia). Mas vendo o trailer, e a matéria que saiu no AfterEllen, resolvi comprar e ter um momento “leitura divertida”. O pior é que eu tinha pensado em ler outra coisa agora no intervalo entre os livros, mas assisti o filme no final de semana e já me deu um pequeno spoiler pro segundo livro da saga, A menina que brincava com fogo. Óbvio que já comecei a ler e já já vai ser minha próxima crítica literária, rs.

Falando um pouco da estória, acompanhamos paralelamente Mikael Bromkvist, um jornalista acusado de difamar um grande empresário sueco, e Lisbeth Salander, uma menina problemática que ganha a vida utilizando seus talentos como hacker e trabalhando como investigadora profissional para a Milton Security. Os dois acabam cruzando o mesmo caminho quando começam a investigar o desaparecimento de Harriet Vanger. Mikael porque foi contratado pelo tio da menina como última esperança de desvendar o suposto assassinato da menina, e Lisbeth, porque foi contratada pelo advogado do tio para investigar o próprio Mikael. Na verdade existem alguns subplots no livro, mas todos vão se amarrando muito bem, e os que ficam “pendentes” já estão sendo abordados no segundo livro. Então sem medo, o material é de qualidade! rs

Noomi Rapace como Lisbeth Salander na adaptação para os cinemas.

Quanto ao filme, recomendo que assistam *depois* de ler o livro. E não porque o filme seja ruim, porque não é. Na verdade é o mais fiel possível e as escolhas do roteirista e do diretor são totalmente legítimas. Mudanças foram mais do que necessárias pra transformar um livro de mais de 500 páginas num filme coerente de 120 minutos. Mas não tem jeito, muito detalhe paralelo que faz parte do “charme” do livro acaba ficando de fora. E gostei muito da escolha da atriz que interpreta Lisbeth, Noomi Rapace. Ela realmente se entregou a personagem, fisico e emocionalmente (as tattoos são fake, mas ela realmente fez os piercings na cara! Sem contar o moicano do segundo filme…). O que me faz temer a refilmagem americana (alguma dúvida que ia rolar depois que os filmes foram sucesso absoluto na Suécia? Maior bilheteria, records e mais records, críticas positivas e bla bla bla) e a escolha do elenco. Já se falou em Kristen Stewart (please don’t), Ellen Page (maybe) e Carey Mulligan (desculpa, mas não consigo ver ela nesse papel. Mas posso ser surpreendida, who knows?).

Uma pena só que Stieg Larsson morreu, vítima de um ataque cardíaco, logo depois de entregar os manuscritos da trilogia a sua editora, ou seja, nunca viu o maior sucesso de sua carreira se concretizar. Isn’t ironic, don’t you think? rs

Recomendo muito! Tanto livro, quanto filme. E em breve comento o segundo episódio da série. Segue o teaser que me “iniciou” nesse mundo:


Crítica – As melhores coisas do mundo

Abril 30, 2010

Vou ser bem sincera, entre eu e meu wicked twin Fil, eu costumo me considerar a mais malvada quanto a esculhambar um filme. Então quando o Fil fala que gostou de um filme “suspeito” eu dou uma chance, mas nem sempre fico tão impressionada quanto meu twin. Felizmente, esse não foi o caso. Quebrei a cara bonito… E não, não foi o preconceito com cinema nacional que me fez pensar que o filme era uma porcaria, mas o trailer que passava toda hora no Cinemark e era bem irritante. Não dava nada pro filme. Mas ok, isso *ainda* é um problema no cinema brasileiro: fazer bons trailers.

O que importa mesmo é que o novo trabalho de Laís Bodanzki é um sério candidato a melhor filme nacional de 2010. Sensível, bem estruturado, sincero, e “redondinho”, a sensação ao sair do cinema é de que essas duas horas valeram cada centavo do ingresso. É certamente o filme de uma geração, ainda que não seja a minha. Imagino que se tivesse a idade dos personagens da história estaria dando um jeitinho de ver o filme pela segunda vez, pois é um olhar sincero sobre um universo que quase nunca é (bem) retratado nas telas do cinema. Tudo o que eles tem é Transformers, High School Musical e filmes de terror que ha muito tempo se perderam na fórmula. Um filme como “As melhores coisas…” é um maravilhoso refresco dessa onda de porcarias que a galera jovem (falou a velha) acaba aderindo.

A história gira em torno do universo de Mano (short for Hermano), interpretado pelo iniciante Francisco Miguez, o caçula de uma família que está se dissolvendo porque o pai resolveu sair de casa e se mudar com o namorado. O que por si só já é um tema super delicado, ainda mais quando tratado do ponto de vista de um adolescente. Mas o filme acerta por todos os lados: desde a relação mãe/filho de Denise Fraga (que está excepcional), aos amigos de colégio, e até a relação dos irmãos. E é ai que entra o ponto fraco da história: Fiuk, mais conhecido como “o filho do Fábio Jr” ou “o cara da Malhação ID” (seja lá o que isso significa). Eu entendo a opção da diretora em coloca-lo no papel, seria o único ator jovem com um apelo prévio a garotada, e ele tem mais seguidores no twitter que a revista Capricho e a Marimoon, rs.

Outro ponto forte é a melhor amiga de Mano, Carol (vivida pela também novata, Gabriela Rocha). A personagem se destaca em meio aos amigos “bobos” que os meninos costumam ter com essa idade, e se mostra a maior confidente de Mano, principalmente quando os dois jogam o jogo da verdade no ônibus quando voltam da escola. A amizade soa sincera e natural, cheia de tiques paulistas, que causam uma certa estranheza, mas depois você acaba acostumando com o jeito manow-de-ser. E não vou contar mais pra não spoilerizar o povo que eu tenho certeza se animou pra ver o filme antes que os exibidores tirem ele de cartaz (soon, very soon)!

Fiuk, galãzinho acaba sendo o (único) ponto fraco do filme.

Sei que o Fil me dá o poder de dizer que nós dois, Wicked Twins, recomendamos fortemente o filme em questão, e gostaríamos de incentivar o maior número de pessoas possiveis a ir assistir o filme, que está indo mal nas bilheterias e se não fizermos o boca-a-boca pesado agora, já era. Lá se vai um bom filme pelo ralo, enquanto todo mundo se amontoa nos cinemas pra ver Alice no País das Maravilhas, que é uma porcaria. Pra ter uma noção eu sai do cinema e apaguei o filme no segundo seguinte da memória, e o Fil, que foi ver 3D acabou pagando por um cochilo no ar condicionado, pois foi isso que o filme proporcionou a ele.

Então vamos lá pessoal, prestigiar um filme que é muito mais do que parece, e digo por experiência própria. Realmente quebrei a cara. Ainda bem! Adoro quando sou surpreendida assim, até porque acontece cada vez menos no cinema (e mais e mais nos filmes aleatórios que eu vou descobrindo all by myself na internet, e que provavelmente nunca vão chegar por aqui).

Nota da vez: 8,5 (teria dado 9 se o Fiuk fosse um bom ator).


Crítica literária: Como a geração sexo-drogas-e-rock n’ roll salvou Hollywood

Abril 19, 2010

Não me lembro exatamente quando foi a primeira vez que eu ouvi falar desse livro, mas coloquei na cabeça que ia ler quando meu chefão-mor recomendou o filme pra minha chefinha, rs. E o que ele contou do livro me deixou curiosa pra saber mais, e também porque meu chefe sempre espera que eu saiba tudo de cinema (seja nacional, americano, japonês, clássico, o que for) e eu odeio quando não sei do que ele tá falando. Sem contar que ele nunca ia recomendar alguma coisa que não fosse acrescentar ao meu conhecimento da industria de cinema, e que por trás disso estivessem bolinhos de dinheiro versus o talento e megalomania de diretores, que pra ser bem sincera não deve ter mudado tanto assim. Pelo menos eu conheço algumas pessoas do cinema brasileiro que se encaixam bem nessa categoria de “desumanos filhos da p*”.

Quanto ao livro, é genial. Ele realmente te faz entender o cinema dos anos 70 de Hollywood, que foi uma época de muita transformação, onde os diretores ganharam muito poder, e puderam realizar verdadeiras obras primas. É a “ascensão e queda do Império Romano”, nesse caso o momento onde os filmes de auteur se instalaram nos EUA, que vivia uma época de ode ao cinema europeu da nouvelle vague e do realismo italiano. Porém os americanos queriam criar sua própria identidade e foi isso que Coppola, Bogdanovich, Friedkin, e outros tentaram criar. E foi o ego e o abuso de substâncias ilícitas que provocaram a queda desses mesmos diretores. Dentre eles só vingou o cinema dos pipoqueiros, dos que buscavam o entretenimento massivo, a diversão, e os filmes barulhentos, vide Steven Spielberg e George Lucas.

Tubarão (1975) de Steven Spielberg, marca o nascimento do "cinema blockbuster".

E vou dizer que eu realmente aprendi muito lendo esse livro. Não só aprendi fatos históricos da indústria americana, fiquei pasma como conhecia pouco os personagens e os nomes apresentados no livro. Não fazia idéia do que era a BBS e sua importância pra esse cinema. Também não sabia que George Lucas tinha sido apadrinhado por Coppola, tinha sido seu assistente de direção e parceiro da produtora Zoetrope. Não sabia das maluquices de Bob Towne, Paul e Leonard Schrader, e muitos outros nomes que até então pouco significavam pra mim. E o mais importante, foi um grande head’s up pra qualquer pessoa que pense em entrar na indústria de cinema, seja como roteirista, diretor, produtor, ou distribuidor.

"A última sessão de cinema" (1971)

O livro de Peter Biskind é uma leitura obrigatória pra qualquer cinéfilo ou amante do cinema. Sem contar que é uma mini-enciclopédia de filmes que fizeram história e merecem ter visibilidade outra vez, como o belíssimo “A última sessão de cinema” (The Last Picture Show, 1971) de Peter Bogdanovich, ou o ultra-clássico “Touro Indomável” (Raging Bull, 1980), que por incrível que pareça foi um fracasso de bilheteria em sua época.

Acho que o tom do livro é nostálgico, de uma época em que o cinema norte-americano se tornou uma promessa de arte, uma referência de qualidade na sétima arte, e como o “tiro no pé” das grandes bilheterias elevou a ganância dos estúdios a sufocar a arte e concentrar nas fórmulas certas, nas continuações. Como é ainda hoje: os complexos de cinema, que exibem sempre os mesmos tipos de filmes, com 7 salas que exibem o mesmo filme, e não se abre espaço basicamente para a inovação e o desafio, que acredito serem extremamente necessários para excluir o cinema da categoria “lixo comercial/mental”.

Recomendo muitíssimo! Boa leitura a todos 😉


Me dá um emprego aí

Abril 6, 2010

Pra quem não viu ainda, esse é um vídeo que eu fiz pra concorrer a uma vaga de emprego na Globo. E como o desemprego assola, até que seria bacana. Quer me ajudar? Tudo que você tem que fazer é assistir o vídeo, e se possível, dovulgar pros amigos. Lembrem-se, eu podia estar roubando, eu podia estar matando, mas estou vendendo minha alma pra Globo sem fazer mal a ninguém. Então dá um clique aí:


Musical Wednesday… para começar mais um dia de lerê!

Março 24, 2010

Só pra avisar, que eu pretendo postar mais tarde, quando o horário de almoço se prolongar, rs. Mas enquanto isso deixo um videozinho musical que ontem ficou na minha cabeça depois que a minha irmã começou a cantar e fazer uma dança rrrridícula, tentando relembrar a cena. Ai ai, mas revendo agora deu a maior nostalgia pra um dos meus filmes preferidos 2D da Disney; tava inclusive no meu Top 5 de uns tempos atrás (clique aqui), madalha de bronze: a dança dos cogumelos (O quebra nozes de Tchaikovsky).

Então até mais tarde. Enquanto isso, let’s dance (or get very annoyed)!