Musical Monday – Gmnwynesth Paltrow

Novembro 22, 2010

Não, eu não sei escrever o nome da GP, e tô com preguiça de procurar no google. E ela merece ser zuada, ô nome complicado. Acho que por isso resolveu não complicar com a filha e chamou de Apple, claramente tendo trocado a lista de compras com a lista de futuros nomes pro bebê. Ainda assim, Gwyneth Paltrow ficou mais conhecida pro povo brasileiro como a piranha que roubou o Oscar da Fernanda Montenegro. Pra mim, Fernandona era a melhor, e se não fosse dela, deveria ser da Cate Blanchett (que acabou precisando roubar eventualmente com o Aviador). Ou seja, uma branquela rouba um prêmio e causa toda uma cagada pra consertarem o erro. Mas enfim, voltando a Gwyneth. A primeira vez que simpatizei com ela foi com Emma. Desde então, sempre que leio Jane Austen e tem uma irmã chatinha, uma prima bitchy, meu Mind Casting imediatamente contrata GP.

Mas ela se destaca muito mais cantando, tenho que admitir. Gigi Paltrow virou a rainha das rádios Light FM com a trilha de Duets. E muito merecido. Esses três primeiros vídeos são uma delícia total, impressionante como é tão pouco, apenas três músicas, mas que tocam sempre. O filme, pra variar, é uma bosta. Mas a trilha vale a pena, que tem ainda Maria Bello com Sweet Dreams, mas hoje foquemos na Gigi.

.Gwyneth Paltrow e Huey Lewis – Cruisin’

. Gwyneth Paltrow – Bette Davis Eyes

. Gwyneth Paltrow – Just My Imagination

Além disso, Gigi fez uma participação brilhante, com apenas uma cena musical, a que abre o filme, em “Infamous”, o filme que ninguém viu sobre o Capote, com a Sandra Bullock. O filme não é naaaada demais, mais essa performance foi inesquecível. Parecia saído de “De-Lovely”, mas bom. Embora ainda num filme ruim. Vale a pena ver:

. Gwyneth Paltrow – What is this thing called love

E como todos devem saber, Gwyneth fez uma participação em Glee semana passada, como a professora substituta. Honestamente, o episódio não foi nada demais, mas nem foi culpa dela, coitada. A coisa que não fluiu perfeitamente. E mesmo as músicas que deram pra ela cantar, não cabiam muito no seu perfil. Ainda assim, essa foi a que eu mais gostei, por motivos óbvios:

. Glee Cast – Umbrella / Singin’ in the Rain

Pra acabar, uma prévia do próximo filme de Gigi, onde ela promete atuar bem E cantar, coisa que vamos combinar, não aconteceu com tanta frequência. Quem sabe assim ela encontra um equilíbrio, né? Tô torcendo por você, Oscar Thieve!

. Gwyneth Paltrow – Country Song

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Musical Monday – Promises, Promises

Setembro 13, 2010

Bem, quem lê isso aqui, nem que seja de vez em quando, deve ter reparado que essa Wicked Family tirou férias e foi conhecer o mundo. Bem, eu na verdade, só vi praticamente o que eu já conhecia, mas vi com outros olhos, e a Wicked Sis está se aventurando por mares nunca antes navegados. Como ela é chique demais, vai demorar um pouco mais pra voltar. Enquanto isso, eu tento animar isso aqui um pouquinho, embora todo mundo saiba que não tem a mesma graça sem ela.

Então, quando estava em NY (sim, sou esnobe e adoro começar conversas com essa frase), pude realizar um sonho. Ok, é brega dizer isso demais, mas eu cresci assistindo Xuxa. Fora que como eu poderia chamar a sensação de conhecer Kristin Chenoweth em pessoa, ouvi-la cantar bem de pertinho, a poucos metros de distância? Não apenas cantar, como atuar, e muito bem, e depois, na saída, ela assinar seu livro-biografia, e até tentar falar 2 palavras em português? Admiro tanto essa atriz, então embora seja brega demais, e eu não sou uma pessoa tiete por natureza, posso dizer que fiquei muito feliz, uma pessoa muito mais leve e muito mais agradável de se ter ao lado depois de assistir Promises, Promises.

A peça em si não é nada demais… é quase bobinha. E a Kristin nem é a atriz principal do elenco. A peça é totalmente dominada por Sean Hayes, o Jack de Will and Grace. Essa foi sua estréia na Broadway e foi um perfeito veículo pro seu talento cômico. Diversas vezes eu percebia que o elenco ria de cacos que ele colocava, e ele decididamente dá conta do recado. Cantando ele é bem afinado, tem um tom de voz agradável, mas o principal é que ele consegue fazer com que o roteiro bobinho seja divertido. Seu personagem, um cara meio pateta, que empresta seu apartamento pros seus chefes levarem as amantes em troca de uma promoção no trabalho, até que ele se vê apaixonado por uma das amantes.

Mas por incrível que pareça, quem rouba a cena mesmo não é nem o Sean Hayes e nem a Cheno. Katie Finneran interpreta uma bêbada que dá em cima do personagem de Sean Hayes e quando ela está em cena, você até esquece que você comprou o ingresso esperando ver outros atores. Ela é hilária, e mereceu o Tony que ganhou. Pra quem pretende ir pra NY em breve e considerar assistir essa peça, corram, porque a Kate deve sair em outubro (tá prenha) e no lugar deve entrar a Molly Shanon, de Saturday Night Live.

No geral, a impressão que fica é que a peça é pequena pra quantidade de talento que tinha ali. O Sean, a Kristin e a Katie arrebentam, e as músicas são deliciosas. Mesmo! Mas a peça deixa um gostinho de quero mais. Ainda assim vale muito a pena ver. Por que? Bem, vejam esses vídeos e vocês vão entender…

Olha, ver isso ao vivo é impagável. Só isso já teria feito minha vida mais feliz, mas continua, e algumas são realmente inesquecíveis. i`ll never fall in love again é linda demais:

Detalhe que A house is not a home e I Say a little prayer (a próxima) foram inseridas só pra aumentar o personagem da Kristin. E ainda acho que ela merecia muitas músicas mais!

Promises, Promises vale muito a pena pela quantidade e qualidade dos talentos envolvidos. Não é a melhor peça da Broadway atualmente, mas certamente diverte e é uma experiência que eu gostei muito de ter tido. Gostei é pouco, aliás. Eu lembro exatamente de ter tido um dia MUITO ruim antes, e quando saí do teatro, pensar: Tudo valeu a pena. Nossa, tô brega hoje, né? Liga não, já já passa o efeito da alegria da viagem e volto a ser meu bitter self.


Musical Monday – Fascinante Gershwin

Agosto 3, 2010

Um pequeno contratempo na internet aqui de casa me fez não postar ontem, mas vai hoje de qualquer forma. Até porque essa terça com cara de segunda, com jornada dupla de trabalho, nem vai fazer diferença. Tudo isso pra dizer que no sábado tive um dia super agradável, passeando pelas exposições do Centro Cultural da Justiça Federal com um grande amigo, e depois fui ao teatro assistir a peça Fascinante Gershwin.

Em primeiro lugar, quero deixar bem claro que a peça não é pra qualquer um. Por exemplo, um senhor saiu no começo porque se sentiu ofendido por as músicas não terem sido traduzidas. É óbvio que saber inglês ajuda, mas a peça é muito sensitiva nesse sentido, e dá pra compreender totalmente a “história”, que na verdade é bem básica. São três homens, de características bem distintas, tentando conquistar uma menina. A peça não tem diálogos, mas tem muitos olhares, tem músicas apaixonantes, tem danças, tem caracterização, tem atuação, espaço o suficiente pra que os quatro atores dêem um show, e mostrem que Fascinante Gershwin é muito mais que um recital.

Das atuações, é chover no molhado dizer que Sabrina Korgut está sensacional. Ela já tinha chamado muita atenção com Ópera do Malandro, Avenida Q, Beatles num céu de diamantes, então não se esperava nada mais do que perfeição dela, e a missão foi totalmente realizada. Cercada de 3 homens talentosos, ela ainda assim rouba a cena sempre que aparece. Mesmo quando está em cena sem cantar, eu ficava torcendo pra ela transformar a música num dueto. Sabrina tem esse tipo de carisma, que é envolvente, nos faz querer ouvir mais.

Os outros três atores, Fabrício Negri, Chris Penna e Rodrigo Cirne, também são muito eficientes. A favor deles, as músicas do Gershwin são maravilhosas, e mesmo o roteiro não sendo complexo, ou particularmente triste, é emocionante e comovente ouvir os três cantando Someone to Watch Over Me. Destaco também o Fabrício, que além de cantar muito bem, e ter algumas das melhores músicas (maldade dizer isso, já que os outros também tem músicas fantásticas), ele sapateia MUITO bem. Sério, é um dos melhores números de sapateado que eu vi em muito tempo. Palmas pra ele, e pro elenco em geral, que nos momentos conjuntos também dançam muito bem.

Não tenho vídeos da peça, mas vou colocar umas três músicas do Gershwin cantadas por gente de qualidade, e acreditem em mim que o elenco dá conta do recado. A peça é perfeita musicalmente falando, fiquei muito boquiaberto com a qualidade vocal, e com a direção musical do Jules Vandystadt. No geral, é uma peça simples, mas muito eficiente em todos os aspectos. A todos os meus amigos que se animarem a ir, a peça fica apenas até o dia 5 de setembro, custa baratinho, e não se esqueçam de me chamar. Eu adoraria ver de novo.

Frank Sinatra – Embraceable You

Ella Fitzgerald – Someone to Watch Over Me (ela tem 3 CDS só com músicas do Gershwin, recomendo!)

Billie Holiday – The man I love

PS: Fotos roubadas do Facebook do João Paulo Pacca. Sorry!


Musical Monday – Let the sunshine in

Julho 20, 2010

O fim de semana tava sendo agradável demais, cheio de brincadeiras, piadas, conversas entre amigos, barzinho, clube do livro e estava pronto pra fazer um Musical Monday feliz e contente, sem músicas de fossa, e mais querendo animar a semana do que qualquer outra coisa. Um verdadeiro espírito gay=feliz. Pois algumas notícias domingo a noite e hoje de manhã mudaram um pouco meu humor. A primeira, foi essa matéria no Globo, sobre um jornalista que sofre bullying na rua onde mora, porque uns babacas resolveram encrencar com ele devido a sua opção sexual. E descobri que isso é bem perto aqui de casa, num dos supostos bairros mais seguros do Rio de Janeiro. Como se o dia estivesse ruim o suficiente, leio essa matéria sobre o filme The Kids are all right, que já falamos aqui no blog, sobre um casal de lésbicas que tem dois filhos por inseminação artificial e que anos depois eles  decidem procurar o doador do esperma . O artigo é ridículamente preconceituoso, e é num dos jornais de maior circulação em NY. Pura disseminação do ódio contra as diferenças, como se fosse uma ofensa grave retratar uma família homossexual num filme. É tanta disseminação de ódio que eu mesmo tô cheio dele aqui dentro, querendo esganar um. E pra fechar as notícias coloridas mais cinzentas possíveis, chega um e-mail sobre outra história ainda pior. Novamente pra quem não vai ler, “um homem matou uma menina espancando-a com um taco de sinuca, em frente ao bar em que estavam. O bairro amanheceu chocado na manhã de sexta-feira (16). A notícia que corria era a de que o dono do bar teria fechado o estabelecimento e desaparecido, sem “se meter” na briga. Entre os muitos detalhes asquerosos da situação, o que indigna é o fato de que a mulher morava ao lado do local em que foi assassinada e os vizinhos (além do dono do bar) poderiam ter feito alguma coisa para impedir o desfecho da história e não o fizeram.” Essa selvageria toda apenas porque ela era homossexual. É surreal e revoltante dessa forma.

Quando o mundo parece tão evoluído, e um lugar aceitável pra se viver, tem sempre que vir o ser humano e cagar tudo em volta, né? Como disse a Wicked Sis, primeiro vem a tristeza, muita tristeza. Depois a raiva, vontade de bater em todas essas pessoas, que fazem tantas outras sofrerem, direta e indiretamente. Sim, porque quantas mães de homossexuais não vão ler essas notícias e sentir pesar pelas batalhas que os filhos vão ter que enfrentar? E imagina a família, os amigos de alguém que acordou e descobriu que aquela pessoa morreu com tacadas de sinuca, simplesmente por ser quem ela é? Revoltante demais. Depois da raiva, volta a tristeza, e um cansaço. Passo pra frente, passo pra trás.

Então deixo vocês com Hair. Nem falei nada sobre o vídeo, sobre o filme, né? Fica pra semana que vem. A música é ótima, mas é o final do filme. Isso é um MAJOR SPOILER ALERT. É a última cena do filme, não quer saber como é antes de ver, não dê o play. Avisei, hein? Como ela se relaciona ao post? Assistam o filme. Tem tudo a ver. Gostaria de ver de tamanhas reações políticas na sociedade a favor do amor livre como acontece em Hair. Dizem que o filme chegou atrasado pra Guerra do Vietnã, mas talvez não tenha chegado tão tarde assim…


Musical Monday – Our Love Affair

Julho 12, 2010

Vocês provavelmente já cansaram de ouvir Judy Garland por aqui, e devem achar até um pouco previsível. Se esse for seu caso, faça seu próprio blog. Aqui Judy reina, fazer o quê? E eu tenho pesquisado muito sobre a vida dela, e assistido uns filmes que só agora tive acesso, e descubro pequenas jóias que nem essa. Our love affair é do filme O rei da alegria (Strike up the band), um dos mais famosos da dupla Garland e Rooney, e apenas um dos 3 que ela fez em 1940. And believe me, eles fizeram vários, incluindo a franquia Andy Hardy (Love finds Andy Hardy, Andy Hardy meets Debutante, Life begins for Andy Hardy). Acho que eles nutriam um verdadeiro carinho um pelo outro, o Mickey Rooney, pelo menos, sempre deu umas entrevistas muito calorosas a respeito dela, o que é quase um milagre. Trabalhar com Judy não era fácil, filmes foram cancelados devido a quantidade de atrasos que ela causava. Mas aqui ela ainda não era a diva que se tornou, era só uma menina, que interpretava a Girl Next Door, apaixonada por um menino que não dava muita bola pra ela. Judy demorou pra crescer nas telas, que eu me lembre foi só em Minha namorada favorita (For me and my gal), de 1942, dançando e cantando com Gene Kelly, que ela deixa de ser uma high school girl. E com o vozeirão que ela tinha, e a tendência pra uma música de fossa, é surpreendente que ela tenha durado tanto na fase menininha.

Our Love Affair foi indicada ao Oscar em 1941 mas perdeu merecidamente pra música do Pinóquio, When you wish upon a star. Strike up the band ganhou ainda o Oscar de melhor som e só por curiosidade, naquele ano Ginger Rogers ganhou o Oscar de melhor atriz, desbancando Bette Davis e Hatherine Hepburn. Mostra que o Oscar sempre gostou de quem traz the big bucks pra casa (outros perdedores do ano incluem Charles Chaplin pro James Stewart e Alfred Hitchcock pro John Ford).

Assistam então a versão de Our love affair do filme Strike up the band e depois uma pequena “reunion” de Judy e Mickey Rooney séculos depois, eles ligeiramente mais acabados, satirizando a si próprios, no programa de tv que a Judy tinha. Espero que gostem!


Musical Monday – Eu vou, eu vou, pra casa agora eu vou! (pararatimbum)

Julho 5, 2010

Sexta foi o último dia de “vida boa” que nossa seleção tupiniquim nos proporcionou. Uma pena, mas vamos lá, poucos eram os que acreditavam que ela ia mais além. Eu particularmente achei essa seleção uma porcaria e previ o resultado de sexta com antecedência, afinal era a primeira seleção decente que íamos enfrentar desde o começo da Copa (com exceção de Portugal, mas eles tavam no clima “empata foda” tanto quanto a gente e nos proporcionaram um dos jogos mais tediosos EVER!). Mas toda situação “ruim” tem um lado bom, e pra mim a melhor coisa foi poder olhar nosso “treinador” dando ataque de peri em campo e cantar EUUUU VOOOOOOOOUUUUUUUUUUU! E como meu wicked twin está esgotado de ter trabalhado 23hrs non-stop, eu estou aqui pra cuidar do seu “Musical Monday”, mas não se preocupem, essa semana ele vai ter que aparecer em algum momento pra postar suas impressões sobre Shrek Para Sempre. E já adianto que não é pra se animarem não… rs

Mas voltando ao que interessa, achei que era muito válido relembrar nossas infâncias postando a versão brasileira de um trecho musical de um dos filmes mais clássicos da Disney. Certamente um marco no cinema mundial, afinal foi o primeiro longa metragem de animação, e enquanto Walt Disney apostava todas suas fichas em Branca de Neve e os Sete Anões, os outros estúdios torciam o nariz contando já como fracasso certo essa idéia de fazer cinema pra criança. É meus amigos, a história provou diferente e Disney foi o primeiro a ultrapassar a marca dos 100 milhões com seu filme, além de nadar em dinheiro com o licenciamento dos brinquedos e ganhar um Oscar personalizado (além do tradicional, vieram outros 7 pequetitinhos, nhooooooon).

Em homanagem então a campanha da nossa seleção na Copa 2010, e ao nosso “über-treinador”, com vocês: “Eu vou (Heigh Ho)”!


Musical Monday – Rent

Junho 28, 2010

Meu primeiro contato com Rent veio através do filme de Chris Columbus na Tv. Eu lembro de ouvir que era uma das peças mais consagradas da Broadway, mas ao ver o filme fiquei imaginando qual o motivo pra toda a “hyper” em volta da mesma. Só fui me dar conta de o quanto o texto de Jonathan Larson é foda, as músicas são boas, e a hype é merecida ao assistir o revival “Rent: Filmed Live on Broadway”. Onde o filme era “pop chiclete”, a peça é puro rock n’ roll. Onde Columbus era brega, nos palcos é exorbitante e irreverente. Concluindo, o filme é um aperitivo PG-13 do que o verdadeiro Rent pode ser. E que feito (no sentido negativo) foi esse de Columbus, afinal ele tinha a seu favor grande parte do elenco original da peça. Sendo esses atores que conseguiram migrar com sucesso para as telonas (e telinhas), caso da nossa digníssima Idina Menzel (lembra?) e o maridão Taye Diggs. Uma pena pensar que antes dele, Spike Lee era o diretor ligado ao projeto… Tudo a ver com o cenário do filme.

Aos que ficaram interessados, recomendo primeiro assistir a peça e depois o filme, porque é fraquinho, mas não é lixo. Dá pra divertir e alguns amigos meus vão até defender que é uma adaptação realmente boa, então vamos lá, assista também! E depois, aproveite pra “comprar” a trilha sonora e ficar ouvindo on a loop, porque é muito boa. Vamos aos clipes musicais:

La vie Boheme (versão do filme)

Over the Moon (versão da Eden Espinosa na peça. Eu simplesmente *amo* esse monólogo e a personagem Maureen)

Mais um? Ou dois? Ok, eu sei que todo mundo esperava que eu fosse previsível e postasse “Take me or leave me”… e sim, eu sou muito previsível, e o que posso fazer se esse é um dos meus casais preferidos (fica mais evidente via peça) – então ai vão as duas versões a nível de comparação. As duas com a Tracie Thoms, que não é a Joanne original, mas é ainda melhor.

Idina Menzel e Tracie Thoms – Take me or leave me (versão filme)

Tracie Thoms e Eden Espinosa – Take me or leave me (revival Broadway)